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Como aplicar a “Técnica do Mendigo” para impulsionar as vendas?

fonte Meu Negócio

Muitas vezes, quando conversamos com diversos empreendedores e amigos que querem empreender, sempre fazemos a pergunta clássica: qual é o público-alvo que irá atender?

Uma parte das respostas, no geral, apresenta uma linha universal: “a todos!” (o que é um grande erro ao abrir um negócio, pois cada grupo de cliente possui características diferentes). A outra parte diz: “Eu já conheço meu público. Sei a idade, gênero e alguns desejos!”.

Bem, estas, infelizmente, são apenas algumas informações superficiais e, se você realmente quer compreender seu público-alvo com profundidade, não serão suficientes.

O primeiro passo para compreender, de fato, seu público-alvo é definir suas dores específicas, que são as necessidades peculiares de seus clientes (e elas variam muito!). Por exemplo: Uma família que vai viajar para curtir as férias de verão possui necessidades muito diferentes em relação a jovens solteiros ou casais sem filhos, que estão aproveitando este mesmo período de lazer. Ante isto, como uma pousada ou hotel irá se posicionar?

Ok! Já entendi. Mas, como posso mapear as reais necessidades de meus clientes, de maneira específica? Uma das formas mais eficazes é utilizar a “Técnica do Mendigo”. Esta adveio da forma como os trabalhos sociais de grande êxito fizeram para compreender as necessidades dos moradores de rua. Muitos se propuseram a ficar de dois a três dias caracterizados como mendigos, vivendo nas ruas para entender as reais necessidades destes cidadãos.

Esta decisão foi tomada após verem que tinham um quadro errado das “dores” destes moradores. Com isto, os trabalhos sociais se tornaram muito melhores!

Por que não aplicar esta técnica em seu negócio? Simples, basta ter um distanciamento mental como empreendedor e tornar-se um cliente. Imbuído desta nova personagem, como seria o produto e ou serviço ideal? E o atendimento? A distribuição? O pós-venda?

Lembre-se, seu negócio deve refletir os interesses de seu cliente e não os de seus donos.